domingo, 19 de Junho de 2011

Fim de Ano

Chegou ao fim mais um ano de escolaridade. Durante este último ano do secundário (12º ano), podemos afirmar que a disciplina de Área de Projecto se revelou mais importante do que alguma vez imaginávamos.
De início, as expectativas eram um pouco baixas em relação ao trabalho a desenvolver nesta disciplina, não tínhamos ainda definido o tema a abordar e tudo parecia indefinido. Mas, em grupo, as ideias de todos os elementos foram unidas e, foi então, que surgiu o tema "Hábitos de Vida". O objectivo da escolha deste tema era, não só a sensibilização dos que nos rodeavam, mas a nossa própria sensibilização para a adopção de hábitos de vida mais saudáveis.
Estabelecido o tema do projecto, necessitávamos de um plano, um plano que nos indicasse o "caminho" a seguir para atingir os nossos objectivos. Elaborámos, então, o Plano de Projecto que nos iria auxiliar durante o ano.
Das actividades planificadas, algumas foram modificadas, removidas ou até substituídas por outras, mas nunca foi esquecido o mais importante: a realização de actividades que mobilizassem a comunidade. Foram realizadas as actividades planificadas, sempre dentro dos prazos estabelecidos e dos objectivos pretendidos.
Agora, no final do ano lectivo, o balanço que temos desta experiência é muito positivo. Enquanto grupo, fomos sempre muito próximas, respeitando as ideias e opiniões de cada membro, contribuindo, portanto, para um bom ambiente de trabalho.
Aprendemos, não só, a respeitar os outros, mas a tolerar as diferenças de cada um.
Ficam então as lembranças, neste blog, do trabalho desenvolvido com tanto esforço e dedicação e, para quem desejar, o nosso portefólio disponível para consulta na Escola Secundária Homem Cristo.
Esperamos que o nosso trabalho possa auxiliar e inspirar futuros grupos de Área de Projecto.
Assim nos despedimos,


Grupo 1

sexta-feira, 3 de Junho de 2011

12 alimentos para combater o stress

O stress pode ser causado pela ansiedade e pela depressão devido à mudança brusca no estilo de vida e a exposição a um determinado ambiente, que leva a pessoa a sentir um determinado tipo de angústia. Quando os sintomas de stress persistem por um longo intervalo de tempo, podem ocorrer sentimentos de evasão (ligados à ansiedade e depressão). Os nossos mecanismos de defesa passam a não responder de uma forma eficaz, aumentando assim a possibilidade de vir a ocorrer doenças, especialmente cardiovasculares.




Então, os melhores alimentos para combater o stress são:


1 – CENOURA
Um estudo do International Journal for Vitamin and Nutrition Research revelou que a carência em vitamina biotina (abundante nas cenouras) conduz à depressão e à fadiga.


2 – ABÓBORA
Contém grande quantidade de zinco e, segundo um estudo da Academia de Ciências da Polónia, é um mineral essencial para transformar os triptófanos em serotonina, a hormona de felicidade. Descasque-a, corte-a e grelhe-a com um fio de azeite.


3 – LEITE DE CABRA
Contém um elevadíssimo teor de cálcio, óptimo para fazer subir o ânimo (50 ml contêm 70% da dose diária recomendada) e necessário para a transmissão dos impulsos nervosos.
A falta deste mineral tranquilizante aumenta o nervosismo e a irritabilidade.


4 – TOFU
Investigações do The New England Journal of Medicine demonstraram que a carência de triptófanos pode levar à depressão.
Com os seus elevados níveis (747 mg por cada 100 g), o tofu é perfeito para manter os níveis altos.
Se a textura não o convence, misture-o com um batido e poderá desfrutar dos seus benefícios sem notar a sua presença.


5 – ALCAÇUZ
A raiz de alcaçuz contém glicirricina, um composto que inibe a libertação de cortisol e que ajuda o corpo a lidar com o stress.
Também contém isoflavonas, que se utilizam para tratar os sintomas da depressão.


6 – AMÊIJOA
Cientistas do Hospital Universitário de Kuopio, na Finlândia, descobriram que as pessoas com baixos níveis de vitamina B12 têm mais probabilidades de vir a cair numa depressão.
As amêijoas são um dos alimentos mais ricos nesta vitamina e são muito saborosas e fáceis de preparar.


7 – TORANJA
Rica em ácido fólico, crucial no transporte de oxigénio ao cérebro, a toranja também tem um papel chave na produção de serotonina.
Um estudo da Universidade de Tufts, em Boston (EUA), revelou que os níveis deste folato no sangue eram mais baixos nos pacientes deprimidos.
Experimente-a grelhada com uma pitada de açúcar amarelo e tabasco.


8 – TRIGO
A trimetilglicina (TMG) contribui para a produção de vários compostos cerebrais que melhoram o estado de espírito, a energia, o bem-estar, a capacidade de alerta, a concentração e a acuidade visual.
As melhores fontes são o farelo e o gérmen de trigo.
Por isso, opte pelo trigo integral quando compra pão ou cereais.


9 – FEIJÃO BRANCO
O neurotransmissor chamado noradrenalina dá-nos a sensação de prazer e motivação.
Deriva da dopamina, a qual podemos encontrar no feijão branco.
Se se sente apático e sem vontade para fazer nada, misture uma lata de feijão branco com um pouco de azeite e mostarda e sentir-se-á como nunca.


10 – CHOCOLATE
Com alto teor de feniletilamina (PEA), o chocolate melhora os níveis endorfínicos.
Segundo a Universidade Johns Hopkins de Baltimore (EUA), o açúcar e as gorduras que contém podem ajudar a melhorar o estado de humor.


11 – CHÁ DE GINSENG
Diversos estudos demonstraram que esta substância bastante antiga melhora a resposta do organismo face ao stress e reduz a sensação de ansiedade.
Também ajuda a melhorar os estados de espírito e proporciona energia.


12 – ATUM
A produção de serotonina requer vitamina B6, por isso a sua carência pode afectar o nosso estado de espírito.
Um estudo da Alternative Medicine Review demonstrou que uma quinta parte das pessoas deprimidas têm falta de vitamina B6.
Como o atum proporciona cerca de 59% da dose diária recomendada, não se esqueça de o acrescentar à lista de compras.



(Artigo retirado de http://www.vivendoavida.net/?p=13629)

quinta-feira, 2 de Junho de 2011

Palestra "Muda os teus hábitos"

No dia 24 de Maio de 2011, realizou-se na sala 4 da Escola Secundária Homem  Cristo, uma palestra acerca de "Hábitos Alimentares" com a participação da nutricionista Dra. Regina Ramos.
As turmas presentes eram duas do 10º ano e uma turma do 12º (a nossa turma).
O interesse dos alunos foi notório, uma vez que colocaram várias questões à nutricionista durante e no fim da palestra.
Pensamos que foi uma actividade bastante interessante, que contribuiu para a consciencialização dos jovens da nossa escola acerca dos cuidados alimentares que devem ter.
Esperamos que tenha sido mais um passo na direcção de uma vida mais saudável!
Aqui ficam algumas fotos da nossa palestra:

                                   
  

quarta-feira, 1 de Junho de 2011

Comida colorida é saúde garantida!



    Os alimentos amarelo–laranja
    Protegem o sistema imunitário, a visão e o coração. Temos o exemplo dos melões, laranjas, toranjas, cenouras, milho, abóboras e batata-doce.

    Os alimentos azul-purpura 
    Protegem o sistema urinário e favorecem a memória. Por exemplo as beringelas, ameixas, amoras-pretas e, em especial, uvas.

    Os alimentos vermelhos 
    Protegem o sistema urinário e favorecem a memória. Por exemplo: tomates, pimentos, vermelhos, morangos e, em especial, maças.

    Os alimentos brancos 
    Ajudam a manter a saúde do coração e bons níveis de colesterol. Por exemplo as batatas, cebolas, cogumelos e a couve-flor.

    Os alimentos verdes 
    Protegem a visão e fortalecem os ossos e os dentes. Por exemplo as alfaces, espinafres, brócolos e o feijão-verde.

    Uma óptima forma de olharmos para o que comemos, sendo que o importante é sempre comer um pouco de cada um para ir estimulando todo estes aspectos atrás mencionados.
    Quanto mais colorido for o prato, mais nutrientes esse mesmo prato terá.

    (Artigo adaptado de http://cronicas.tourigo.com/?paged=8)

    segunda-feira, 30 de Maio de 2011

    Os jovens portugueses e o tabaco

    Qual é o perfil dos adolescentes portugueses que experimentam ou consomem regularmente tabaco, de acordo com um estudo realizado pelo projecto Aventura Social e Saúde, Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa?

    Realizámos um estudo junto de 6903 jovens do 6º, 8º e 10º anos de todo o país, utilizando um questionário. De acordo com estes nossos dados os rapazes e os mais velhos não só mais frequentemente já experimentaram tabaco, como são mais frequentemente consumidores regulares.

    Os resultados sugerem que, no geral,  os jovens que já experimentaram, bem como os consumidores regulares de tabaco apresentam um perfil de afastamento em relação à família, à escola e ao convívio com  os colegas em meio escolar.
    Apresentam também com mais frequência envolvimento com experimentação e consumo de álcool  e outras drogas ilícitas e envolvimento em lutas e situações de violência na escola.
    Os jovens que experimentaram tabaco, bem como os consumidores regulares, referem mais frequentemente ver televisão quatro ou mais horas por dia.
    Os jovens que referem já ter experimentado fumar tabaco praticam em geral mais actividade física mas, no que diz respeito ao consumo regular, a situação inverte-se e são os jovens que não fumam os que mais frequentemente  praticam actividade física.
    Os jovens que já experimentaram tabaco bem como os consumidores regulares afirmam-se menos felizes e referem com maior frequência sintomas de mal estar físico e psicológico, referem em geral uma alimentação menos saudável e um maior desagrado com a imagem do seu corpo, com uma maior referência a comportamentos de dieta.
    De salientar que tanto os jovens que já experientaram como os consumidores regulares apresentam um perfil de afastamento em relação aos colegas em ambiente escolar mas um maior convívio com os amigos fora das horas da escola. De referir ainda que os alunos que não fumam são os que mais frequentemente referem não ser aceites como são, por parte dos colegas.
    A experimentação e consumo regular de tabaco aparecem-nos assim relacionados  com um conjunto de factores pessoais de vulnerabilidade, aparecendo frequentemente associados a  outros comportamentos ligados ao risco para a saúde. A experimentação e o consumo regular de tabaco aparecem ainda relacionados com outros factores interpessoais, factores estes que incluem os cenários privilegiados da sua vida social: família e escola.

    (Para visualizar o restante estudo:
     http://aventurasocial.com/2005/conteudos/publicacoes/tabaco.pdf)